Amor, quando inventarem a máquina do tempo,fujamos!Fujamos para o ponto em que o tempo foi inventadoe eliminemos essa parafernália da Humanidade.E, depois de mortos os relógios, beijemo-nos...Se algum ponteiro reagir, não importa.Damos corda no espaço-tempo do nosso beijoe despertamos o final de novo...
Poema: Elaine ReginaImagem: autor desconhecido
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Essa invenção seria óptima...
ResponderExcluirE gostei da ideia, o poema ficou magnífico, como sempre.
Beijo, querida amiga.
adorei!
ResponderExcluirabraço!
Vim à net para encontrar novos amigos e ao mesmo tempo divulgar meu blog, encontrei o seu blog, e estive a ver algumas postagens e achei o seu blog muito bom, tenho de lhe dar os parabéns, pois é um blog que dá sempre vontade de vir aqui mais vezes.
ResponderExcluirO meu blog é o Peregrino E Servo, se tiver tempo ou se desejar pode fazer-lhe uma visita e se gostar faça o sentir no seu coração, saiba porém que nunca deixei alguém ficar mal.
Desejo paz e saúde para si e para o seu lar.
Sou António Batalha.