sábado, 5 de janeiro de 2013

Máquina do tempo






Amor, quando inventarem a máquina do tempo,
fujamos!
Fujamos para o ponto em que o tempo foi inventado
e eliminemos essa parafernália da Humanidade.
E, depois de mortos os relógios, beijemo-nos...
Se algum ponteiro reagir, não importa.
Damos corda no espaço-tempo do nosso beijo
e despertamos o final de novo...



Poema: Elaine Regina
Imagem: autor desconhecido 


© Todos os direitos reservados - registrado no EDA/Fundação Biblioteca Nacional 

3 comentários:

  1. Essa invenção seria óptima...
    E gostei da ideia, o poema ficou magnífico, como sempre.

    Beijo, querida amiga.

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  2. Vim à net para encontrar novos amigos e ao mesmo tempo divulgar meu blog, encontrei o seu blog, e estive a ver algumas postagens e achei o seu blog muito bom, tenho de lhe dar os parabéns, pois é um blog que dá sempre vontade de vir aqui mais vezes.
    O meu blog é o Peregrino E Servo, se tiver tempo ou se desejar pode fazer-lhe uma visita e se gostar faça o sentir no seu coração, saiba porém que nunca deixei alguém ficar mal.
    Desejo paz e saúde para si e para o seu lar.
    Sou António Batalha.

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